27-04-2025
ORQUESTRA XXI
8º CICLO DE CONCERTOS PROMENADE DA CASA DAS ARTES DE VILA NOVA DE FAMALICÃO
Música Clássica
27 de abril, domingo, 17:00
Grande Auditório
Entrada: 4 euros
Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores: 2 euros
M/6 anos
Duração: 70 minutos
Coro e Orquestra XXI
Dinis Sousa, Direção Musical
Leonor Amaral, Soprano
Diogo Mendes, Barítono
Em abril, o Coro e a Orquestra XXI celebram a Páscoa com um programa assente num dos grandes marcos da música religiosa do romantismo tardio: o Requiem de Gabriel Fauré. Desviando-se das correntes dominantes da sua época, Fauré convoca uma abordagem vocal reminiscente do canto gregoriano e harmonias impressionistas para criar uma obra que aponta a uma visão intimista e contemplativa da morte. Para a abertura deste concerto, a orquestra interpretará também a Serenata n.º 2 de Johannes Brahms — dedicada a Clara Schumann e considerada por muitos a sua primeira obra orquestral. A separar estas duas peças de maior envergadura, o Coro XXI levará a palco o moteto a seis vozes Sitivit anima mea, de Manuel Cardoso — uma curta reflexão sobre a morte, que servirá como prelúdio ao Requiem, homenageando, simultaneamente, aquele que é um dos autores de referência da idade de ouro da polifonia sacra portuguesa.
Programa
Johannes Brahms — Serenata n.º 2 em Lá maior, Op. 16
I. Allegro moderato
II. Scherzo. Vivace – Trio
III. Adagio non troppo
IV. Quasi menuetto – Trio
V. Rondo. Allegro
Manuel Cardoso — Sitivit anima mea
Gabriel Fauré — Requiem em Ré menor, Op. 48
I. Introït et Kyrie
II. Offertoire
III. Sanctus
IV. Pie Jesu
V. Agnus Dei
VI. Libera me
VII. In Paradisum
Dinis Sousa, Direção Musical
Leonor Amaral, Soprano
Diogo Mendes, Barítono
Em abril, o Coro e a Orquestra XXI celebram a Páscoa com um programa assente num dos grandes marcos da música religiosa do romantismo tardio: o Requiem de Gabriel Fauré. Desviando-se das correntes dominantes da sua época, Fauré convoca uma abordagem vocal reminiscente do canto gregoriano e harmonias impressionistas para criar uma obra que aponta a uma visão intimista e contemplativa da morte. Para a abertura deste concerto, a orquestra interpretará também a Serenata n.º 2 de Johannes Brahms — dedicada a Clara Schumann e considerada por muitos a sua primeira obra orquestral. A separar estas duas peças de maior envergadura, o Coro XXI levará a palco o moteto a seis vozes Sitivit anima mea, de Manuel Cardoso — uma curta reflexão sobre a morte, que servirá como prelúdio ao Requiem, homenageando, simultaneamente, aquele que é um dos autores de referência da idade de ouro da polifonia sacra portuguesa.
Programa
Johannes Brahms — Serenata n.º 2 em Lá maior, Op. 16
I. Allegro moderato
II. Scherzo. Vivace – Trio
III. Adagio non troppo
IV. Quasi menuetto – Trio
V. Rondo. Allegro
Manuel Cardoso — Sitivit anima mea
Gabriel Fauré — Requiem em Ré menor, Op. 48
I. Introït et Kyrie
II. Offertoire
III. Sanctus
IV. Pie Jesu
V. Agnus Dei
VI. Libera me
VII. In Paradisum
CASA DAS ARTES
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